Os quatro passos, do primeiro contacto ao piloto

Duas fases: compreender, depois executar. Escolha um passo na barra por baixo para o ver.

Duas pessoas a conversar sobre os dados de uma fábrica, à volta de um portátil
01 FASE 1 · COMPREENDER · CONVERSA

Perceber a realidade da fábrica e decidir se faz sentido avançar para visita.

O que acontece

  • Percebemos os sistemas e dados que já têm
  • Onde sentem que se perde informação ou valor
  • Como trabalhamos e o que esperar a seguir

O que entregamos

Uma decisão partilhada sobre avançar ou não para visita. Sem custo.

Equipa a percorrer o chão de fábrica de uma indústria portuguesa numa visita
02 FASE 1 · COMPREENDER · VISITA

Ver no terreno como a informação flui e onde se perde.

O que acontece

  • Acompanhamos o processo produtivo do início ao fim
  • Mapeamos sistemas, registos e pontos de perda de informação
  • Falamos com operadores, chefes de linha e gestão

O que entregamos

Notas detalhadas que servem de base para o relatório.

Relatório de diagnóstico com dados de produção em análise sobre uma mesa
03 FASE 2 · EXECUTAR · RELATÓRIO

Entregar um documento que o cliente pode usar mesmo que não avance connosco.

O que acontece

  • Desenhamos o mapa de dados da fábrica
  • Identificamos as falhas concretas e o seu impacto
  • Sugerimos ações por ordem de prioridade

O que entregamos

Relatório escrito e acionável, que fica convosco.

Técnico a trabalhar lado a lado com a equipa da fábrica numa linha de produção
04 FASE 2 · EXECUTAR · PILOTO

Resolver um problema específico com resultados mensuráveis.

O que acontece

  • Definimos em conjunto o problema a resolver
  • Acordamos os critérios de sucesso antes de começar
  • Trabalhamos lado a lado com a vossa equipa

O que entregamos

Solução em funcionamento + documentação + passagem completa à equipa do cliente.

O QUE DIZEM

Em palavras de quem trabalha connosco

  • «Antes passávamos mais tempo a gerir do que a tratar. Agora abrimos o sistema, vemos o dia todo, e sabemos exatamente onde estamos — quem vem, quem faltou, quem não volta há meses. Isso antes não existia.»
    TerapeutaProprietária · Medicina tradicional chinesa

Perguntas frequentes

Se ficar alguma pergunta por responder, falamos na conversa de 30 minutos.

O que muda no dia a dia da fábrica?
Passam a decidir com números em vez de palpites: o rendimento real por lote, onde se perde material ou energia, porque é que uma linha parou. O que hoje se estima, passa a medir-se.
E se os nossos dados estão uma confusão?
É o ponto de partida normal: dados em ERP, Excel, papel e na cabeça das pessoas. O nosso trabalho é juntá-los e torná-los úteis. Não precisam de ter nada organizado para começar.
Precisamos de instalar hardware ou sensores novos?
Na maioria dos casos, não. Começamos sempre pelos dados que já existem. Se for preciso sensorização adicional, recomendamos mas não somos nós que vendemos.
Não temos equipa de informática. Conseguimos na mesma?
Sim. Trabalhamos lado a lado com a vossa equipa e, no fim, entregamos tudo a funcionar com documentação e passagem de conhecimento. Não ficam dependentes de nós.
Isto serve para uma fábrica como a nossa?
PMEs industriais portuguesas, de praticamente todos os setores da indústria transformadora. O critério não é o setor: se a fábrica gera dados (e qualquer fábrica gera), podemos ajudar.
Quanto tempo até vermos resultados?
Depende do âmbito, e o prazo é acordado antes de começar. Um piloto é desenhado para produzir resultados visíveis em semanas, não em meses.
Ficamos dependentes de vocês?
Não. Tudo o que entregamos passa a ser vosso: código, documentação, painéis, modelos. Sem licenças anuais, sem ficarem presos a nós.

30 minutos para perceber se faz sentido

Uma conversa curta, sem compromisso. Se fizer sentido, avançamos para uma visita à fábrica.