Operador a usar um computador no chão de fábrica
FECHO DE INDICADORES

O relatório deixa de ser feito à mão

Há alguém, todas as segundas-feiras, a abrir meia dúzia de ficheiros e a copiar números de uns para os outros. Passamos a tratar disso nós: ligamos o ERP, o Excel e os registos de turno, e o relatório passa a estar feito quando essa pessoa chega ao trabalho, sempre com as contas iguais.

O que entregamos

  • O fecho de indicadores entregue sem intervenção
  • Todos os dados juntos numa base única em que se pode confiar
  • As horas que alguém gastava a juntar ficheiros, devolvidas

Para quem faz sentido

  • Quem tem alguém a compilar o mesmo relatório todas as semanas
  • PMEs com dados em Excel, ERP e papel que não comunicam
Mostradores analógicos de uma máquina industrial
RENDIMENTO E DESPERDÍCIO

Saber onde se perde, no dia em que se perde

Quando o mês fecha e o rendimento ficou abaixo do previsto, já ninguém se lembra do que aconteceu na terça-feira. Passamos a apurar isso todos os dias, lote a lote e máquina a máquina, para o desvio aparecer enquanto ainda há forma de o corrigir.

O que entregamos

  • Rendimento e consumos apurados sem ninguém os calcular
  • O desvio sinalizado no dia, com o custo associado
  • As perdas ordenadas pelo que custam, não pelo que incomodam

Para quem faz sentido

  • Quem suspeita ter perdas grandes mas não as consegue medir
  • Margens apertadas onde 2-3% de eficiência muda o resultado
Técnico a inspecionar maquinaria numa fábrica
ANTECIPAÇÃO DE FALHAS

Prever a avaria semanas antes de ela acontecer

Um equipamento raramente avaria sem avisar, mas o aviso está espalhado por horas de funcionamento, alarmes e histórico de intervenções que ninguém cruza. Treinamos um modelo com esse histórico, e ele aponta o equipamento que está a caminho de falhar com semanas de antecedência.

O que entregamos

  • Aviso de desgaste com a antecedência acordada
  • Vigilância contínua, sem ninguém a olhar para gráficos
  • Manutenção planeada quando faz sentido, não quando obriga

Para quem faz sentido

  • Equipamentos críticos cujas paragens custam caro
  • Quem tem manutenção preventiva e quer passar a preditiva
Operação de uma linha de produção numa fábrica
PLANEAMENTO DE PRODUÇÃO

O plano sai proposto, não improvisado

O plano da semana costuma nascer numa reunião onde se discute tudo outra vez do princípio. Passamos a levá-lo já proposto, feito com a carga real das máquinas e os prazos que foram prometidos, e com as trocas explicadas para quem quiser mudar saber o que muda.

O que entregamos

  • Plano proposto a cada ciclo, com os critérios à vista
  • Efeito de cada urgência nos restantes prazos, antes de decidir
  • Parâmetros de produção afinados pelo histórico da própria fábrica

Para quem faz sentido

  • Quem planeia em Excel e replaneia a cada urgência
  • Séries curtas, muitas mudanças de referência, prazos apertados

Perguntas frequentes

Se ficar alguma pergunta por responder, falamos na conversa de 30 minutos.

O que faz exatamente uma empresa de dados e IA para a indústria?
Assume tarefas que hoje ocupam gestores e técnicos: compilar indicadores, sequenciar a produção, vigiar equipamentos, apurar rendimentos. E devolve o resultado já feito. A diferença face a comprar software é não haver nada para a fábrica aprender a operar: o trabalho sai feito, a partir dos dados que a empresa já regista no ERP, no Excel e nos PLCs.
Por onde é que um primeiro projeto começa?
Por uma conversa de 30 minutos e uma visita à fábrica, ambas sem custo. Daí sai um relatório de diagnóstico em 48 horas com o mapa dos dados que existem e as ações por ordem de impacto. O relatório fica convosco mesmo que não avancem. Só depois se define um piloto, com âmbito e prazo por escrito.
Precisamos de instalar sensores ou trocar de ERP?
Na maior parte dos casos, não. O ERP, os ficheiros Excel, os PLCs das máquinas e os registos manuais já contêm os dados necessários para o primeiro projeto. Só propomos hardware quando os dados existentes não chegam para o problema em causa, e nunca somos nós a vendê-lo.
A nossa equipa não tem informática. Conseguimos na mesma?
Sim, e é o caso mais comum. Como assumimos a tarefa em vez de entregar uma ferramenta, não é preciso ninguém aprender a operar software novo. Tudo o que entregamos fica documentado e é vosso: código, modelos, painéis. Sem licenças anuais e sem dependência de nós.
Quanto tempo até ao primeiro resultado?
O diagnóstico demora cerca de uma semana entre a visita e a entrega do relatório. Um piloto é desenhado para produzir resultado mensurável em semanas, não em meses, e o prazo fica acordado por escrito antes de arrancar.
PRÓXIMO PASSO

30 minutos para perceber se faz sentido

Uma conversa curta, sem compromisso. Se fizer sentido, avançamos para uma visita à fábrica.

Vista de cima de duas pessoas a conversar, uma com um tablet na mão, no corredor de um armazém industrial

Diga-nos o que se passa na sua fábrica.