Visibilidade operacional limitada
Dados espalhados entre ERP, Excel e registos manuais. Decisões tomadas pela experiência de quem opera, mesmo quando a informação já existe algures no processo.
O relatório que alguém compila à segunda-feira, o plano que se discute do zero, a avaria que ninguém viu chegar. Ficamos nós com esse trabalho, a partir dos dados que a fábrica já gera, e as mesmas pessoas e máquinas passam a produzir mais.
Portugal produz dois terços da média europeia por cada hora trabalhada. A diferença não se vê nas contas: está no que acontece na fábrica todos os dias, a que ritmo estão as máquinas, porque é que aquela linha parou três vezes esta semana, onde é que se perde material. Os números da produtividade →
Dados espalhados entre ERP, Excel e registos manuais. Decisões tomadas pela experiência de quem opera, mesmo quando a informação já existe algures no processo.
Paragens não planeadas custam dinheiro e atrasam encomendas. Com dados organizados, é possível antecipar falhas e planear intervenções.
Rendimento de matéria-prima, consumos de energia e tempos de produção que se estimam em vez de se medir. Sem dados reais, as perdas ficam escondidas.
Sistemas que não falam entre si. Informação que vive na cabeça das pessoas e desaparece quando saem. Conhecimento que não se acumula.
No chão de fábrica, decide-se quase tudo por estimativa.
«acho que andamos nos 88%»
84,2%
Trabalhamos para trocar o palpite pelo número.
Exemplo ilustrativo
Começamos pelo trabalho que a empresa já paga a terceiros ou simplesmente não consegue fazer. Cada tarefa que assumimos ensina-nos o que funciona naquela fábrica, e a seguinte entra mais depressa.
Ninguém volta a passar a segunda-feira a juntar ficheiros. O relatório com o OEE, o refugo e o cumprimento de plano está feito quando chegam ao trabalho.
O plano chega à reunião já proposto, feito com a carga real das máquinas e os prazos que foram prometidos, em vez de se discutir tudo do princípio.
Os PLCs e o ERP já registam o que antecede uma avaria. Treinamos um modelo com esse histórico e ele diz que equipamento está a caminho de falhar, com semanas de antecedência.
O rendimento de cada lote e o consumo de cada máquina passam a ser apurados sozinhos. O desvio aparece no dia em que acontece, com o custo ao lado, em vez de no fecho do mês.
Estes números vêm de empresas que começaram por organizar os dados que já tinham.
Cada passo justifica o seguinte. Resultados visíveis antes de escalar.
Que sistemas usam, que dados geram, e onde sentem que se perde informação.
Mapear onde existem dados, como fluem, e onde se perdem entre sistemas e pessoas.
Mapa de dados da fábrica, gaps identificados e ações sugeridas por ordem de impacto.
Problema específico com resultados mensuráveis. Só avançamos se fizer sentido para os dois lados.
Dos ERPs que não se falam aos registos em papel. Sabemos como é a realidade.
Sem investimento em hardware novo nem mudança de sistemas para começar.
Nada de software genérico nem licenças anuais. Cada solução é específica.
Visita curta, relatório concreto, piloto antes de qualquer compromisso maior.
Cada projeto tem a nossa atenção total. Flexibilidade de quem trabalha lado a lado.
Organizar o que existe antes de pensar em soluções avançadas. Valor rápido.
Uma conversa curta, sem compromisso. Se fizer sentido, avançamos para uma visita à fábrica.