DADOS E IA PARA A INDÚSTRIA

Transformamos os dados da sua fábrica em decisões, não em relatórios

O relatório que alguém compila à segunda-feira, o plano que se discute do zero, a avaria que ninguém viu chegar. Ficamos nós com esse trabalho, a partir dos dados que a fábrica já gera, e as mesmas pessoas e máquinas passam a produzir mais.

100% FOCADOS NA INDÚSTRIA PORTUGUESA

SETORES ONDE PODEMOS AJUDAR
  • Têxtil e vestuário
  • Calçado e curtumes
  • Cortiça
  • Madeira e mobiliário
  • Agroalimentar
  • Vinho e bebidas
  • Metalomecânica
  • Moldes e plásticos
  • Pedra e cerâmica
  • Vidro e embalagem
  • Papel e cartão
  • Alumínio e metalurgia
  • Componentes para automóvel
  • Químico e farmacêutico

A maioria das decisões na fábrica é tomada sem dados

Portugal produz dois terços da média europeia por cada hora trabalhada. A diferença não se vê nas contas: está no que acontece na fábrica todos os dias, a que ritmo estão as máquinas, porque é que aquela linha parou três vezes esta semana, onde é que se perde material. Os números da produtividade →

Visibilidade operacional limitada

Dados espalhados entre ERP, Excel e registos manuais. Decisões tomadas pela experiência de quem opera, mesmo quando a informação já existe algures no processo.

Manutenção reativa

Paragens não planeadas custam dinheiro e atrasam encomendas. Com dados organizados, é possível antecipar falhas e planear intervenções.

Desperdício invisível

Rendimento de matéria-prima, consumos de energia e tempos de produção que se estimam em vez de se medir. Sem dados reais, as perdas ficam escondidas.

Informação dispersa

Sistemas que não falam entre si. Informação que vive na cabeça das pessoas e desaparece quando saem. Conhecimento que não se acumula.

A TESE

No chão de fábrica, decide-se quase tudo por estimativa.

estimado

«acho que andamos nos 88%»

medido

84,2%

Trabalhamos para trocar o palpite pelo número.

Exemplo ilustrativo

O QUE FAZEMOS

Quatro tarefas que deixam de ocupar a sua equipa

Começamos pelo trabalho que a empresa já paga a terceiros ou simplesmente não consegue fazer. Cada tarefa que assumimos ensina-nos o que funciona naquela fábrica, e a seguinte entra mais depressa.

FECHO DE INDICADORES

O relatório deixa de ser feito à mão

Ninguém volta a passar a segunda-feira a juntar ficheiros. O relatório com o OEE, o refugo e o cumprimento de plano está feito quando chegam ao trabalho.

PLANEAMENTO DE PRODUÇÃO

O plano sai proposto, não improvisado

O plano chega à reunião já proposto, feito com a carga real das máquinas e os prazos que foram prometidos, em vez de se discutir tudo do princípio.

ANTECIPAÇÃO DE FALHAS

Prever a avaria semanas antes de ela acontecer

Os PLCs e o ERP já registam o que antecede uma avaria. Treinamos um modelo com esse histórico e ele diz que equipamento está a caminho de falhar, com semanas de antecedência.

RENDIMENTO E DESPERDÍCIO

Saber onde se perde, no dia em que se perde

O rendimento de cada lote e o consumo de cada máquina passam a ser apurados sozinhos. O desvio aparece no dia em que acontece, com o custo ao lado, em vez de no fecho do mês.

RESULTADOS NA INDÚSTRIA

Resultados documentados por fontes independentes

Estes números vêm de empresas que começaram por organizar os dados que já tinham.

30 a 50%
de redução em paragens não planeadas
MCKINSEY
5 a 20%
de capacidade produtiva recuperada
DELOITTE
20 a 40%
de aumento no tempo de vida dos equipamentos
MCKINSEY
COMO TRABALHAMOS

Começamos pequeno, entregamos rápido

Cada passo justifica o seguinte. Resultados visíveis antes de escalar.

  1. Três pessoas a analisar dados num portátil, no meio de uma linha de montagem
    01 CONVERSA

    Perceber a realidade

    Que sistemas usam, que dados geram, e onde sentem que se perde informação.

  2. Linha de triagem de fruta numa fábrica agroalimentar, vista de cima
    02 VISITA

    Ver no terreno

    Mapear onde existem dados, como fluem, e onde se perdem entre sistemas e pessoas.

  3. Mão a riscar itens concluídos numa lista de verificação de projeto, num caderno
    03 RELATÓRIO

    Mapa e prioridades

    Mapa de dados da fábrica, gaps identificados e ações sugeridas por ordem de impacto.

  4. Soldador a trabalhar uma peça de aço numa oficina metalomecânica
    04 PILOTO

    Resolver um problema

    Problema específico com resultados mensuráveis. Só avançamos se fizer sentido para os dois lados.

Construídos para o chão de fábrica português

Foco exclusivo na indústria portuguesa

Dos ERPs que não se falam aos registos em papel. Sabemos como é a realidade.

Dados que já existem

Sem investimento em hardware novo nem mudança de sistemas para começar.

Adaptado à realidade de cada empresa

Nada de software genérico nem licenças anuais. Cada solução é específica.

Modelo com risco reduzido

Visita curta, relatório concreto, piloto antes de qualquer compromisso maior.

Equipa dedicada e próxima

Cada projeto tem a nossa atenção total. Flexibilidade de quem trabalha lado a lado.

Começamos pelo essencial

Organizar o que existe antes de pensar em soluções avançadas. Valor rápido.

PRÓXIMO PASSO

30 minutos para perceber se faz sentido

Uma conversa curta, sem compromisso. Se fizer sentido, avançamos para uma visita à fábrica.

Vista de cima de duas pessoas a conversar, uma com um tablet na mão, no corredor de um armazém industrial

Diga-nos o que se passa na sua fábrica.