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Manutenção preditiva · Equipamentos industriais

Prever a falha antes de parar a linha

Um sistema que estima a vida útil restante de cada equipamento a partir dos sensores que já tem, e ordena a frota por quem precisa de intervir primeiro. Demonstrado sobre o C-MAPSS, o conjunto de referência da NASA para manutenção preditiva.

Setor
Manutenção preditiva
Foco
Vida útil restante (RUL)
Dados
C-MAPSS (NASA)
Frota
100 equipamentos
A premissa
Estimado

«trocamos as peças pelo calendário»

Medido

a vida útil restante de cada equipamento, prevista pelos sensores

Trocar o achismo pelo número.

O desafio

A manutenção por calendário troca peças que ainda duravam e deixa falhar as que não chegam à data. O que muda o jogo é saber, para cada equipamento, quanto tempo de vida lhe resta, e isso está no rasto que os sensores já deixam.

01Manutenção a horas erradas

Pelo calendário, umas peças trocam-se cedo de mais e outras falham antes da data marcada.

02Falhas que param a linha

Uma paragem não planeada num equipamento crítico custa muito mais do que a peça.

03O desgaste está nos dados, por ler

A degradação aparece na evolução dos sensores muito antes da falha, mas ninguém a acompanha equipamento a equipamento.

O que fizemos

Vida útil restante por equipamento, e a frota ordenada por urgência

O sistema acompanha a evolução dos sensores de cada equipamento, compara-a com o comportamento típico de equipamentos semelhantes antes de falharem, e estima quantos ciclos de vida restam, ordenando a frota por quem precisa de intervir primeiro.

  • Lê a série temporal dos sensores de cada equipamento e estima a vida útil restante em ciclos.
  • Ordena a frota em três estados (intervir já, agendar, ou dentro do normal) para a manutenção atacar primeiro o que está mais perto de falhar.
  • Dá a saúde de cada equipamento numa escala 0–1 e a vida útil restante em ciclos, num relatório de frota legível.
  • Foi demonstrado no C-MAPSS (NASA), o benchmark padrão da manutenção preditiva, com 100 equipamentos.
Resultados
100 equipamentos com vida útil restante prevista e ordenados por urgência Frota
37 ciclos margem de erro atual, com objetivo de baixar de 15 após calibração à instalação C-MAPSS (NASA)
3 estados de prioridade: intervir já, agendar, dentro do normal Por equipamento
  • A decisão passa a ser por equipamento e por urgência, não pelo calendário.
  • A margem de hoje é a do benchmark público; com os dados reais de uma instalação e calibração específica, aperta para menos de 15 ciclos.
  • Em caso de dúvida, prevalece sempre o julgamento do técnico responsável.

Há um caso destes na sua fábrica?

Uma conversa de 30 minutos chega para perceber. Se fizer sentido, avançamos para uma visita.